A COOPERPAM – Cooperativa dos Aquicultores do Portal
da Amazônia publicou edital de convocação para a realização de sua Assembleia
Geral Ordinária, marcada para o dia 13 de junho de 2026, em Alta Floresta, Mato
Grosso. O encontro reúne os 60 associados aptos a votar para debater e decidir
sobre temas centrais ao funcionamento e ao desenvolvimento da cooperativa.
Conforme o documento assinado pelo presidente Claudeci
dos Santos, a reunião será realizada na Avenida América do Sul, nº 950, no
Distrito Industrial. Os trabalhos começam às 7h30, em primeira convocação, com
a necessidade de presença de dois terços dos cooperados com direito a voto.
Caso não haja quórum mínimo, a segunda convocação ocorre às 8h30, com a
exigência de metade mais um dos associados. A terceira e última chamada está
prevista para às 9h30, quando a assembleia poderá ser aberta com a presença de
pelo menos 10 cooperados.
A ordem do dia traz oito pontos essenciais. O primeiro
deles é a prestação de contas referente ao exercício de 2025, acompanhada do
parecer do Conselho Fiscal. Serão apresentados o Relatório de Gestão, o Balanço
Patrimonial e o demonstrativo de sobras ou perdas da cooperativa, documentos
que permitem aos associados acompanhar como os recursos foram aplicados e quais
os resultados obtidos no período.
Outro tema importante é a eleição e posse dos novos
integrantes do Conselho Fiscal, órgão responsável por fiscalizar as atividades
administrativas e financeiras da instituição.
Também será votada a permissão para celebrar Termo de
Cessão de Uso de Imóvel sem custos para a cooperativa, bem como a aprovação do
Regimento Interno, documento que estabelece normas e regras para o
funcionamento interno e a conduta dos associados. Por fim, haverá espaço para
discutir assuntos de interesse do quadro social, sem caráter deliberativo, para
ouvir demandas e sugestões dos cooperados.
O edital reforça que a convocação segue as regras
definidas no Artigo 19 do Estatuto Social da COOPERPAM, e a presença dos
associados é fundamental para garantir a transparência e a participação nas decisões
que definem os rumos da atividade aquícola na região.