Diferente do suíno, a carne bovina mantém preços em
alta em 2026, com a arroba do boi gordo registrando patamares elevados e
máximas nominais recentes, conforme o Farmnews. A Conab estima produção de 11,3
milhões de toneladas – queda de até 5,3% ante 2025 –, mas exportações seguem
altas em 4,35 milhões de toneladas, sustentando o setor.
O ciclo oposto ao da suinocultura reflete consumo
interno mais estável e demanda externa relevante, embora com riscos. A China,
principal compradora, revisou para baixo suas importações e impõe cotas, o que
pode desacelerar o ritmo brasileiro no médio prazo.
Enquanto a suinocultura lida com excesso de oferta, a
bovinocultura valoriza, mas entra em fase de atenção. O Brasil reforça sua
posição como potência global em carnes, impulsionado por eficiência e
exportações.