Na quarta-feira (1º de outubro), teve início em Cuiabá
o Encontro Mato-grossense de Acolhimento Familiar, reunindo representantes de
todo o estado para discutir estratégias e fortalecer o Serviço de Acolhimento
em Família Acolhedora (SAFA).
O município de Alta Floresta
participa ativamente do evento, representado pela Primeira-Dama e Secretária de
Assistência Social, Vilma Gamba, pela Diretora de Assistência Social, Sirlei
Vaz, e também pela Assistente Social da Equipe Técnica do Serviço de Acolhimento,
Luciene Máximo, que acompanham de perto os debates e oficinas do encontro.
Durante os três dias de programação, serão tratados
temas como o Fortalecimento do Sistema de Garantia de Direitos; Experiências
Municipais e os Desafios para a Implantação e Ampliação do Acolhimento Familiar
em Mato Grosso.
Alta Floresta, que já se consolidou como referência
nesse trabalho, terá espaço na sexta-feira (03/10) para apresentar suas boas
práticas no serviço de acolhimento familiar. A apresentação será conduzida pela
assistente social da equipe técnica do Serviço de Acolhimento Familiar de Alta
Floresta, Luciene da Silva Máximo da Cruz, que compartilhará a experiência do
município e as ações desenvolvidas em prol da proteção integral de crianças e
adolescentes.
Atualmente, em Mato Grosso, apenas cinco municípios já
implantaram o programa: Alta Floresta, Sinop, Tangará da Serra, Santo Antônio
do Leverger e Cuiabá.
Para a Secretária de Assistência Social, Vilma Gamba,
a participação no encontro reforça o compromisso da gestão municipal com a
infância e a adolescência: “É uma alegria estarmos aqui representando Alta
Floresta e mostrando o quanto avançamos no acolhimento familiar. Esse encontro
fortalece nossa rede de proteção e nos dá ainda mais motivação para garantir
que cada criança e adolescente tenha o direito de crescer em um ambiente
familiar, com amor e cuidado”, destacou.
A presença da comitiva de Alta Floresta reafirma o
compromisso da gestão em garantir proteção integral às crianças e adolescentes
em situação de vulnerabilidade, oferecendo uma alternativa ao acolhimento
institucional e fortalecendo o direito à convivência familiar e comunitária.